Canil Salles – Produtos e Serviços

Nossa Empresa:

O Canil Salles iniciou suas atividades em 1984, com serviços de adestramento e shows.

Gradualmente foi ampliando sua visão de atuação, até abranger a área de Locação de cães para reforçar a Segurança Patrimonial de Empresas, Pet Shops, Adestradores e donos de Cães.

Hoje o Canil Salles oferece soluções integradas, tais como Adestramento, Locação de Cães, Vendas, Consultoria, Cursos, Terapia Comportamental e fabricação de produtos tais como guias, coleiras, enforcadores, placas de identificação de animais, etc… de forma totalmente independente.

A partir de 2005, deixamos de comprar ou criar cães para trabalho e atualmente, 90% deles em sua grande maioria, são cães que foram encontrados na rua abandonados ou de pessoas que não os queriam mais por diversos motivos. Eles foram recolhidos, tratados e treinados para as mais variadas funções e desta forma, conseguimos com que fossem reconhecidos e valorizados por pessoas que antes os viam apenas como mais um problema que a sociedade e o governo deveriam resolver.

Somos o único Canil que conta com suporte técnico-científico na área de Comportamento Animal, Manejo e Bem-Estar Animal através de Biólogos próprios.

 

Site: www.canilsalles.com.br

E-mail: contato@canilsalles.com.br e adrianosalles@hotmail.com

Telefones: (11) 4115-1890 / 9533-7616 vivo / 8216-6373 tim

Nextel: 1*38437  /  (11) 7819-5578

Salles

Contato

Site: www.canilsalles.com.br

E-mail: contato@canilsalles.com.br e adrianosalles@hotmail.com

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Curso de Formação de Adestradores – Individual e em domicílio

Curso de Adestramento Profissional em domicilio

 Apenas para São Paulo e Grande SP

Será fornecido material básico para iniciar o adestramento de cães:

- 01 guia profissional

- 01 guia unificada

- 08 enforcadores em corda (30cm, 35cm, 40cm, 45cm,  50cm, 55cm, 60cm)

- 02 enforcadores em corda dupla (45cm, 60cm)

- 02 enforcadores em corda regulável com trava de segurança (45 e 60cm)

- 100% prático

 - Aulas particulares em domicilio

Esta modalidade de curso tem como objetivo preparar Adestradores a treinar um cão em uma situação real como se estivessem treinando um cão para um cliente sob a nossa orientação no qual, serão ensinados:

Para o cão:

- Correção da postura do cão

- Utilização correta dos equipamentos

- Aplicação do reforço positivo e negativo

- Comandos e formas de aplicação dos comandos

- Aplicação dos Comandos através de voz e visual (gestos das mãos)

- Comandos do Básico: Junto (junto andando, junto acelerado, junto meia volta) Senta, Deita, Fica, Aqui, Junto-fica, Senta-fica, Deita-fica e Aqui-fica.

- Comandos do Secundário: Morto, Rola, Volver (voltar), Vivo, Cumprimenta (Sentado sobre as ancas), Morto-fica, Rola-fica, Volver-fica, Vivo-fica.

Para o aluno:

- Marketing

- Apresentação pessoal

- Agendamento de aulas e cobrança

- Indicação de clientes em sua região

- Correção da postura e do tom de voz

Após o primeiro mês, o aluno já terá condições para angariar clientes pois estará um mês adiantado e recuperar o investimento inicial. Daremos assessoria ao aluno junto ao seu cliente durante o curso.

Requisitos do aluno:

Paciência, Persistência, Criatividade e possuir um cão de porte médio para grande até 01 ano de idade. Este cão pode ser de um amigo, vizinho ou adotado. Não aceitaremos cães das raças Pit Bull, American Staffordshire, Bulldog, Chow-Chow, Husky, Malamute do Alaska e Akita.

Duração: 03 ou 04 meses com duas ou 03 aulas semanais

Horário: Agendado

Vagas: Limitadas – conforme a quantidade de alunos

Local: Em domicilio (limitado a algumas regiões)

Cidade: São Paulo / SP

Instrutores: Salles doCanil Sallese/ouHelena do CanilEthos

Certificado: Será fornecido Certificado e Carteirinha

Valores e condições de pagamento, acesse link abaixo:

Loja Virtual: http://www.lojamais.com.br/Loja/Emp_MostraProd.aspx?codProduto=339586&codemp=2672

Nosso site: www.canilsalles.com.br

E-mail: vendas@lojasalles.com.br

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Nextel: 1*38437 / (11) 7819-5578

Guia Unificada com trava de segurança e limitador – De 1 a 100 metros

Guia Unificada (Guia e enforcador)

Dispensa o uso de enforcador

Medidas personalizadas até 100 metros

>>> Com dispositivo de trava anti-fuga com regulagem

Descrição:

A Guia Unificada para condução, adestramento, treinamento de faro e exposição de cães com argola em latão fundido sem soldas e/ou emendas de 4mm de espessura e Limitador Regulável. É muito leve e confortável. Confeccionadaem corda trançada PP 5mm de espessura sendo este, o mesmo material utilizado por Pára-Quedistas e Marinha tornando-a muito resistente e durável.

Dispensa uso de enforcador e se ajusta a qualquer cão ou animal. Com ela voce não tem a necessidade de ficar comprando vários enforcadores devido ao crescimento dos filhotes, pois é ajustável e regulável de 2cm até 170cm ou seja, ajusta-se a qualquer cão ou animal.

O Limitador regulável além de funcionar com trava anti-fuga também serve para ajustar o tamanho ideal para o pescoço do seu cão evitando assim que a guia saia acidentalmente e pode ser usada por diversos cães, pois é ajustável a cada um.

Utilização: Serve em qualquer cão e o perfeito funcionamento deste produto depende da correta utilização do mesmo.

Forma de utilização: A parte que forma o enforcador deve ficar na parte de cima do pescoço ou seja, logo abaixo do crânio e do maxilar, pois se ficar na parte de baixo do pescoço não surtirá o efeito desejado devido esta região ter apenas músculos. Se tiver dificuldades, produre um Adestrador Profissional ou um Especialista em Comportamento Animal (Terapeuta Comportamental).

Cores – Preta, Branca, Vermelha e Verde. Antes de finalizar a compra, confirme a disponibilidade das cores.

Comprimento: 1,95 metros. Podemos fazer medidas personalizadas até100 metrosmediante consulta.

Para medidas personalizadas acima de 2 metros, considerar R$2,00 por metro linear adicional.

Rupturas: Corda 400Kg  /  Argola 500Kg  /  Costuras 150Kg   -   Carga média de ruptura – 200Kg  (Margem de segurança – 10%)

Comentário: 

Ela transparece ser fraca e frágil, mas não se deixe enganar pela aparência, pois é um produto muito forte e extremamente resistente.

Muitos treinadores e donos de cães preferem usar os enforcadores como forma de controlar seus peludos quando eles estão na guia. Este é um dos equipamentos mais antigos e consagrados entre profissionais. No entanto, o uso de enforcadores com elos de metal podem trazer alguns danos para o cachorros quando utilizados de forma incorreta e que são evitados com o uso do enforcador redondo.

Por ser feito de corda redonda, super macia e muito resistente, como um grosso cadarço, você e seu peludo terão as seguintes vantagens:

- Não quebra, puxa ou arrebenta os pelos em volta do pescoço;

- Não belisca a pele quando a guia é puxada;

- Não deixa hematomas na pele do pescoço do cão;

- Não fica torcido impedindo o funcionamento correto quando a guia é puxada;

- Corre por dentro da argola de forma mais suave e constante, tornando a correção muito mais eficiente e precisa;

- Não enferruja e é facilmente lavável;

- É mais leve e natural do que os demais produtos no mercado;

- Mais fácil e simples de colocar.

Cães com pêlo muito longo e fino podem ter os pêlos em volta do pescoço embaraçados com o uso de qualquer tipo de enforcador. Se este for o seu caso escove seu peludo sempre que acabar de usar o enforcador redondo.

Nenhuma guia e/ou enforcador deve ser deixado no cão sem supervisão, pois existe o risco do animal se prender em alguma coisa e acabar sufocando.

Loja Virtual: http://www.lojamais.com.br/Loja/Emp_MostraProd.aspx?codProduto=165936&codemp=2672

Nosso site: www.canilsalles.com.br

E-mail: vendas@lojasalles.com.br

Telefones: (11) 4115-1890 / 9533-7616 vivo / 8216-6373 tim

Nextel: 1*38437 / (11) 7819-5578

Dog Tags Personalizadas – Prova D’água

Placas de Identificação Dog Tags

Com Impressão de dados Personalizados   >> Dados a Prova D’água

Veja fotos no final da descrição

Placas e plaquetas de identificação Dog Tags com impressão plana de dados, com cordão corrente de esferas 2mm e fechos tipo canoa (trava de junção) são confeccionadas em aço galvanizado niquelado e são muito resistentes e duráveis.

Impressão dos dados: Impressão plana a prova d’água. Podem ser usadas em piscinas, banho, mar e mergulhos.

Quantidade de Dados: 04 linhas de14 a15 caracteres por linha

Cores dos texto impressos: Preto, Vermelho, Verde, Azul Ciano e Magenta (Rosa / Pink)

Recomendação de cores: Recomendamos utilizar textos impressos em preto ou vermelho, pois são os que apresentam melhor visibilidade com o fundo brilhante da placa. Independente da nossa recomendação, sinta-se a vontade para escolher a cor desejada.

Reaproveitamento das placas: Pode-se reaproveitar as placas futuramente para outras impressões e/ou gravações de dados por outros métodos. Para retirar a impressão, basta apenas deixar imersa em thinner ou gasolina por algumas horas.

Com o conjunto de cordão corrente com1 metrode comprimento + 05 fechos tipo canôas (trava de junção do cordão) em aço galvanizado niquelado que acompanha cada Kit de placas, voce pode montar tranquilamente e de maneira muito fácil o tamanho que desejar bastando apenas utilizar um alicate para cortar a medida desejada; Normalmente é utilizado um de 75cm e outro menor de 15cm, o que daria 90cm.

Composição do Kit:

- 01 placa lisa com impressão (em apenas 01 dos lados)

- 01 placa com Brazão, ID ou lisa a escolher

- 01 cordão corrente com1 metrode comprimento

- 05 fechos tipo canoa (trava de junção do cordão)

- 02 silenciadores (borracha)

Fale conosco contato@canilsalles.com.br

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A Importância da Comunicação Homem-Animal

A Importância da Comunicação Homem-Animal

Helena Truksa *

A comunicação é um dos principais fatores para o bom entendimento entre dois ou mais indivíduos. Há sempre um que dá início, produzindo um sinal, que pode ser um som, recebido e compreendido por outros. (e.g.: grito, canto, latido, fala humana)

Através da comunicação, os animais – e também nós, humanos – são capazes, por exemplo, de alertar sobre algum tipo de perigo ou sobre a localização de alimento. Alguns animais gritam quando avistam invasores em seu território, comunicando que não são bem-vindos naquele local.

Mas como a comunicação interfere no comportamento dos animais?

Quando um cão rosna e mostra os dentes para outro cão, por exemplo, ele está comunicando ao oponente que algo não está agradando. Para evitar uma briga, o segundo cachorro pode abaixar a cabeça e as orelhas, até mesmo deitar-se de barriga para cima, manifestando que não tem intenção de lutar, numa postura de submissão – como se dissesse “Não me morda, eu me rendo!”.

No exemplo acima, a comunicação tem efeito, pois os dois animais entendem muito bem o significado dos gestos que cada um faz. Assim, de uma maneira geral, o comportamento do cão agressivo se altera, já que percebe que o outro não oferece ameaça a ele. Os dois se acalmam e evitam a briga.

O problema é que a maioria das pessoas esquece que animais não são humanos e que, graças a essa diferença, eles não compreendem sempre o que queremos lhes comunicar. Nenhum animal consegue entender direito a mensagem quando sua dona vai dar uma bronca e diz num tom de voz meloso: “Luluzinho, querido, não faça isso que mamãe fica triste!”. Ou então, num tom de voz agressivo: “Pare já com isso, senão vai ficar de castigo e não vai ganhar comida!”. É como se estivesse falando com uma criança, e não com um cão, por exemplo.

Apesar das diferenças no mecanismo de comunicação de cada espécie, algumas são capazes de aprender a identificar e associar certos trechos de “expressões comunicativas” humanas a uma ou mais conseqüências. Ou seja, um cão aprende, por experiência, que a “cara de bronca” do dono olhando diretamente para ele, ou para algo bagunçado, significa uma conseqüência desagradável para o animal, embora muitas vezes ele não saiba exatamente o motivo da bronca. Da mesma forma, ele pode aprender a antecipar a saída do dono, quando este se penteia em frente ao espelho. Nesse momento, o cão pode manifestar aumento de ansiedade e nervosismo, pois todas as outras vezes em que o dono se penteou em frente ao espelho, o animal foi deixado sozinho em casa.

A eficiência da comunicação entre homens e animais é extremamente importante, para que o convívio, em casa, seja mais agradável e harmônico. Um bom dono tem a obrigação de observar seu animal de estimação e aprender, pelo menos o básico, sobre os sinais de comunicação típicos de cada espécie, e, portanto, sobre o comportamento natural deles (cães, gatos, aves,…). É importante tentar entender o que cada comportamento significa para o animal, pois para os humanos o significado pode ser completamente diferente.

Por exemplo: seu cachorro pula em você assim que chega a casa. O que esse comportamento pode significar? Na maioria das vezes, o pulo dos cães sobre o dono comunica a felicidade deles ao vê-lo, como uma calorosa recepção de boas-vindas. É um comportamento social comum num grupo de cães, frequentemente considerado “falta de educação” por sua “família humana”, que não compreende o que aquele ato quer dizer na mente do cão e, portanto, não sabe como lidar com isso. Se não compreendemos como o cão se comunica com outros cães, como seremos capazes de nos comunicar com ele de modo que ele nos compreenda e mude seu comportamento?

Quando aprendemos a olhar, analisar e compreender cada comportamento, elos mais fortes de amizade são formados, pois esse conhecimento facilita a ocorrência de uma comunicação eficiente homem-animal. Conhecer o animal e entender o que ele tenta nos “dizer” faz com que saibamos como agir em cada situação, através da comunicação simples e lógica de intenções (eu quero que Rex pegue o brinquedo e o traga para mim; Rex compreende o que quero e o traz, pois eu expressei minha vontade de forma clara para que ele fosse capaz de compreender, e porque Rex já aprendeu a identificar partes do repertório humano de comunicação). Nesse ponto entra o adestramento baseado na Ciência do Comportamento Animal, que ajuda a estabelecer o canal de comunicação da forma correta entre humanos e animais. Quando aprendemos a usar esse poder de comunicação de maneira adequada a cada espécie com que lidamos, levando em conta as particularidades comportamentais de cada uma, o resultado é um convívio mais saudável e harmônico, com menos desentendimentos, mais compreensão e tolerância entre homens e animais.

Helena Truksa
Bióloga USP
Terapia Comportamental e Adestramento
www.canilethos.com.br

Os Animais segundo a Doutrina Espírita

Os Animais Segundo a Doutrina Espirita

Fonte: Grupo Espírita Bezerra de Menezes

Os animais tem alma? Existem animais no mundo espiritual?

Os animais possuem um princípio inteligente, diferente daquele que anima o homem. Mas não pensam, nem possuem o livre arbítrio, apenas instinto. Quando desencarnam, o princípio espiritual que o animou é reaproveitado em outro animal que vai nascer, quase que imediatamente, não existindo, portanto, animais no mundo espiritual, como comumente se lê em obras psicografadas.

Espíritos de animais, plantas e outras formas de vida, podem um dia chegar a condição de Espíritos humanos? No caso da resposta ser negativa, não seria uma forma de desigualdade Divina? Também gostaria de saber sobre os objetos materiais. Nunca evoluirão?

Tudo se encadeia na natureza e Deus não seria injusto impondo uma condição de inferioridade a determinadas formas espirituais. Os Espíritos superiores ensinam que a Criação se fundamenta em três princípios: Deus, Espírito e Matéria. A matéria é o meio onde o Espírito encontra condições para atingir a perfeição através das muitas encarnações. Todos os seres vivos são constituídos por um princípio espiritual que os animam. Este princípio espiritual um dia será um ser inteligente, dotado de vida moral e destinado a atingir o estado de angelitude. Quanto à matéria propriamente dita, ela também está sujeita ao processo de evolução conforme nos ensina a ciência terrena. Basta ver a situação física do planeta hoje e compará-lo ao que era há milhões de anos atrás. Mas é preciso considerar que o elemento material é apenas o instrumento de progresso do Espírito. Não se pode confundir nenhum desses princípios que são absolutamente distintos.

Nos livros de André Luiz, psicografados por Chico Xavier, como também os livros da médium Ivone A. Pereira “Memórias de um Suicida”, falam a respeito de animais que ajudam no plano espiritual. Onde está na Codificação de Allan Kardec o ponto ou resposta que diz não existirem animais no plano espiritual?

A resposta à sua pergunta está no Livro dos Médiuns, pergunta 283, sobre Evocações de animais, onde o Espírito de Verdade afirma textualmente que “no mundo dos Espíritos não há Espíritos errantes de animais, mas somente Espíritos humanos”. Questionado por Allan Kardec sobre o fato de certas pessoas terem evocado animais e recebido respostas, ele responde: “Evoque um rochedo e ele responderá. Há sempre uma multidão de Espíritos prontos a falar sobre tudo.” Ainda encontrará precioso ensinamento sobre o assunto também no Livro dos Médiuns, questão 236, onde Erasto discorre sobre a suposta mediunidade dos animais e nos dá a clareza dos fatos. Busque também no Livro dos Espíritos, questão 600, onde os Espíritos Superiores deixam claro que o princípio que dá vida ao animal é utilizado quase que imediatamente para novas experiências na matéria, não sendo Espírito errante e não se pondo, obviamente, em relação com outras criaturas. Daí se conclui que as obras que divulgaram essas teorias estão em patente contradição com a Doutrina codificada por Allan Kardec.

Se os animais quase não existem do outro lado, se não têm alma e sim um princípio inteligente, se o princípio inteligente é reaproveitado em outro animal, como eles evoluem? Como se individualizam? Não se reconhecem instintos individuais?

Jamais se afirmou que o animal não tem alma. Se têm um princípio inteligente tem algo mais que a matéria e isso é a alma ou o Espírito. O Espírito dos animais são reaproveitados geralmente na mesma espécie, pois a natureza não dá saltos. Só depois de muitas encarnações numa mesma espécie o Espírito que anima o animal muda para uma outra espécie. São focos de inteligência já individualizados, embora mantenham-se cativos de um Espírito grupo, caracterizado pela própria espécie no mundo invisível. Os instintos fazem parte da individualidade, portanto os animais são individualidades também. Em cada espécie ele assimila determinadas características do futuro ser pensante. Necessário entender, porém, que o Espírito não precisa passar por todas as espécies existentes, para chegar à condição de ser humano.

Se o sofrimento com certas doenças significa às vezes problemas relacionados com vidas passadas, porque então alguns animais passam pelos mesmos problemas se eles não possuem Espírito?

Os animais possuem um princípio inteligente, portanto possuem Espírito, porém, numa fase evolutiva anterior à do homem. Quando ficam doentes, não sofrem no sentido em que normalmente se entende o sofrimento. No homem, o sofrimento funciona como um depurador de suas imperfeições, estimulando seu desenvolvimento moral. O animal não tem vida moral e por isso suas dores são apenas físicas. Claro, todas essas impressões positivas e negativas fazem parte das experiências que se acumulam para edificar o futuro ser pensante. Certamente não se está afirmando que o animal (a espécie física) de hoje será o homem de amanhã. Não. O Espírito que o anima, sim. Viaja nos caminhos da evolução em busca do reino dos seres que pensam.

Se obras psicografadas como as de André Luiz, entram em contradição com as obras de Allan Kardec, por exemplo, quanto à existência ou não de animais no mundo espiritual, que segurança temos da validade dessas obras? Será que toda essa literatura espírita sobre a vida no mundo espiritual (André Luiz, Luís Sérgio e outros) é um logro? Não sabemos mais do que no século XIX?

Não afirmou-se que as obras desses autores é logro. Mas existem algumas contradições com os ensinos dos Espíritos superiores. Por isso deve-se estudar e estudar muito. É a única forma de sabermos distinguir a verdade da impostura. A psicografia de Chico Xavier é de grande credibilidade, mas não incontestável, pois ele não é perfeito. Não devemos acreditar cegamente no que os Espíritos dizem sem um exame racional. É isso o que nos ensina Allan Kardec. Isso, no entanto, não invalida sua obra nem de outros médiuns idôneos. A gente só precisa saber o que é certo, para aproveitar o que é útil. Como diz Paulo de Tarso: analisa tudo, retenha o que é bom. Os Espíritos que se aborrecem quando são questionados são de natureza atrasada, segundo o ensinamento do Espírito de Verdade. Se tivermos que rever algum ponto onde se tenha dado uma interpretação errônea das idéias da Codificação o faremos sem o menor constrangimento, desde que seja para o restabelecimento da verdade que emana dos ensinamentos dos Espíritos superiores.

Nota: Veja a mensagem dos Espíritos sobre o assunto, recebida no Grupo Espírita Bezerra de Menezes e Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec.

O sacrifício de animais para acabar com o sofrimento de uma doença incurável ou para controle populacional é certo? Como o Espiritismo vê esta questão?

O sacrifício de animais é visto com naturalidade pela Doutrina Espírita, tendo em vista a natureza evolutiva do nosso planeta que abriga seres que ainda necessitam sacrificar animais para satisfazer suas necessidades básicas de nutrição, por exemplo. Tendo o sacrifício dos animais um fim útil, não sendo para satisfazer desejos insanos (como, por exemplo, as brigas de galo, os clubes de caça etc.), não pode se configurar em delito. Certamente que o julgamento da necessidade ou não do ato deve ser baseado nas leis vigentes estabelecidas, caso contrário o mundo entraria em colapso por desequilíbrio do ecossistema.

Como podemos considerar a eutanásia nos animais? Sendo atribuído aos animais um princípio espiritual, que após a sua morte são utilizados quase que imediatamente, e não uma alma propriamente dita. Seria permitida então a eutanásia, em animais, em casos terminais?

A eutanásia nos animais não pode ser analisada da mesma forma como nos homens. O sacrifício de animais é visto com naturalidade pela Doutrina Espírita, tendo em vista a natureza evolutiva do nosso planeta que abriga seres que ainda necessitam sacrificar animais para satisfazer suas necessidades básicas de nutrição, por exemplo. Tendo o sacrifício dos animais um fim útil, não sendo para satisfazer desejos insanos (como, por exemplo, as brigas de galo, os clubes de caça etc.), não pode se configurar em delito. Certamente que o julgamento da necessidade ou não do ato deve ser baseado nas leis vigentes estabelecidas, caso contrário o mundo entraria em colapso por desequilíbrio do ecossistema. A eutanásia segue o mesmo raciocínio, pois o sacrifício geralmente é para livrar o animal de um grande sofrimento.

Quando ficam doentes, os animais não sofrem no sentido em que normalmente se entende o sofrimento. No homem, o sofrimento funciona como um depurador de suas imperfeições, estimulando seu desenvolvimento moral. O animal não tem vida moral e por isso suas dores são apenas físicas. Claro, todas essas impressões positivas e negativas fazem parte das experiências que se acumulam para edificar o futuro ser pensante. Portanto, o sacrifício dos animais em fase terminal de doença não constitui uma infração à lei. Mas se esse ato, trouxer dor e remorso para quem o faz ou o autoriza, melhor não praticar e esperar a morte naturalmente.

Após a morte dos animais a alma irá habitar que plano? A morada dos Espíritos? Eles continuarão a ser os mesmos? A alma dos animais voltará ao todo? Seu dono quando desencarnar poderá vê-lo?

A vida dos animais não tem a mesma relevância que a vida dos homens. Eles não têm a compreensão das leis, portanto não estão sujeitos a ela com a mesma intensidade e responsabilidade dos homens. Quando morrem vão para os planos espirituais também, mas não para aprender, como fazem os homens, mas para uma breve parada, digamos assim, aguardando que seu princípio espiritual seja quase que imediatamente aproveitado em outros corpos de animais. O instinto de afeto que desenvolvem com seus donos é explicado pelo amor que recebem deles (dos donos) que faz com que neles se desenvolva um instinto, mas que não é um sentimento desenvolvido como nos homens. Basta ver que quando se separam de seus donos rapidamente esquecem seus “afetos” e se acostumam com outro. Se olharem novamente os antigos donos poderão ser estimulados neurologicamente e lembrar da antiga vida, mas isso nada tem a ver com laços verdadeiros de afeto existente entre os homens. As pessoas que se ligam exageradamente a animais geralmente tem grande dificuldade nas relações interpessoais. Os animais não se encontram na vida espiritual com seus donos, principalmente porque não se demoram por lá. O local onde estão é no plano espiritual mais próximo da Terra, nas colônias transitórias. Nos planos superiores da vida não se vê animais.

Por que se verifica entre os animais domésticos, uma variada diferença de sorte? Uns vivem na opulência e outros vagam pelas ruas em estado de miséria. Há algum tipo de débito reencarnatório?

Os animais se encontram numa fase primitiva da evolução. Possuem rudimentos da inteligência, mas não pensam. Como não possuem consciência de si mesmos, não estão sujeitos ao processo expiatório. A situação de abandono em que vivem alguns animais domésticos é reflexo da inferioridade moral das espécie humana. Dentre outras coisas, seria mais justo que o homem cuidasse melhor deles. Se observarmos os animais na natureza, longe dos lugares onde vivem os humanos, veremos que todos são tratados por Deus da mesma forma. Cada um deles vive a experiência orgânica de que necessita naquele estágio, tendo em vista caminharem para um grau mais elevado na hierarquia do Espírito. Recomendamos o estudo das questões 592 e 610 de O Livro dos Espíritos.

Fonte:  Grupo Espirita Bezerra de Menezes

Dá para alugar quase tudo em São Paulo, até cachorros.

De brinquedo a cachorro, oferta de produtos inusitados atrai cada vez mais empreendedores.

Para que comprar um produto que não é muito utilizado quando é possível alugá-lo? Atento a essa nova tendência de consumo, o mercado está oferecendo serviços de aluguel para os consumidores que não abrem mão de economizar. Hoje, é possível alugar quase tudo em São Paulo, desde roupas, sapatos, brinquedos, até bolsas e cachorros para passeio ou segurança de empresas.

Um exemplo dessa nova tendência foi a criação, há quatro meses, do Clube do Brinquedo, que aluga cerca de 600 brinquedos para 120 assinantes. Os planos oferecidos variam de R$ 75 a R$ 175, sendo que os clientes podem alugar de dois a sete brinquedos por mês. Assim, a criança brinca sempre com um brinquedo novo.

“Temos desde clientes sem condições de comprar os brinquedos, até aqueles que se interessam pelo serviço para evitar o acúmulo de brinquedos sem uso em casa”, diz Wagner Heilman, dono da empresa.

Pai de duas crianças, ele soube direitinho como atrair famílias como a dele. Desde o lançamento da empresa, obteve um crescimento de 75% em número de clientes cadastrados pensando em soluções práticas para o dia a dia das famílias.

Amor animal
O amor pelos cães levou o empresário Adriano Salles a abrir um canil que leva o sobrenome. Além de oferecer serviços de veterinário e adestramento, o canil se destaca por trabalhar com o aluguel de cães para segurança.

No início da empresa, Salles alugava cães para passeio, mas por causa de problemas com o furto dos animais, ele só aluga seus 20 cães para clientes antigos e fiéis. “A cada ano o número de cães alugados cresce 300% porque há a facilidade de não precisar levar o animal ao veterinário nem dar banho toda a semana”, explica.

Como Salles e Heilman, a carioca Bel Braga apostou pesado no setor de aluguéis e criou no ano passado a Bo Bags, que aluga bolsas. “Comecei a observar um movimento muito forte de propriedade temporária: da vontade de possuirmos algo apenas por um determinado período de tempo”, diz.

A ideia é ter e não ter ao mesmo tempo
Na dúvida entre dar vários brinquedos para o filho e ter temporariamente só alguns, a publicitária Luli Nascimento, de 27 anos, optou pela segunda alternativa e fez um plano no Clube do Brinquedo para Nicolas-Luck, de 4 meses. “Até hoje eu só comprei o carrinho e o bebê -conforto. O resto foi alugado”.

Com um pensamento de consumo diferente de grande parte das mulheres, Luli fica feliz com o fato de ele ter e não ter brinquedos ao mesmo tempo. “As crianças precisam aprender a valorizar o que têm desde cedo”, diz.

A empresária Viviane Garcia, de 30, parou de comprar bolsas todo o mês e passou a alugá-las. Além de economizar e pode usar uma bolsa cada vez que sai.

Fonte: Diário de SP por Patricia Basílio

Link da matéria: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2010/08/5426-da+para+alugar+quase+tudo+em+sao+paulo.html

Morte de animais leva SP a suspender vacinação contra raiva

Morte de animais leva SP a suspender vacinação contra raiva

SÃO PAULO – O estado de São Paulo decidiu recomendar, por precaução, a todos os municípios paulistas que suspendam a campanha de vacinação de cães e gatos contra a raiva animal. A Secretaria de Estado da Saúde informou que seis animais que tomaram a vacina morreram.

De acordo com a secretaria de Saúde, o número de reações adversas dos animais notificadas à Coordenadoria de Controle de Doenças da pasta está acima do observado em anos anteriores. Por isso, na avaliação dos técnicos da Secretaria, a vacinação poderia colocar em risco a vida dos animais imunizados.

O maior número de notificações adversas aconteceu nos municípios de São Paulo e Guarulhos. Nessas duas cidades foram registradas 7 casos de choque anafilático em animais vacinados, dos quais seis morreram, sendo quatro gatos e dois cães.

Na capital paulista, das 567 reações notificadas entre os dias 16 e 17 de agosto, 38% são consideradas eventos graves, como prostração, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias. Nesse período, foram imunizados 121.691 animais em toda a cidade. Em Guarulhos, que já suspendeu a vacinação, houve 40 reações adversas entre 42.860 animais vacinados entre 9 e 13 de agosto.

A maior parte das reações tem sido observada em gatos e nos cães de pequeno porte (em torno de 6,5 quilos de peso). Somente na cidade de São Paulo, 85,3% das reações ocorreram com gatos vacinados nos dias 16 e 17.

Também foram constatados quatro óbitos, sendo dois de cães e dois de gatos, no interior de São Paulo. Nem todos os municípios paulistas iniciaram a campanha de imunização.

O Instituto Pasteur, órgão da Secretaria, irá investigar os óbitos e as reações graves. A Secretaria informou ao Ministério da Saúde, responsável pela compra e distribuição das vacinas aos Estados, sobre os problemas surgidos, e aguarda orientações.

http://oglobo.globo.com/cidades/sp/mat/2010/08/19/morte-de-animais-leva-sp-suspender-vacinacao-contra-raiva-917434136.asp

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SP: reações adversas provocam suspensão vacinação em animais

A Secretaria de Estado da Saúde anunciou, nesta quinta-feira, que recomendou a todos os municípios a suspensão da vacinação contra a raiva animal em cães e gatos, por precaução, porque o número de reações adversas notificadas ao órgão está acima do observado em anos anteriores, e coloca em risco a vida dos bichos.

A maioria dos casos de reação adversa foram identificados na capital paulista e em Guarulhos, região metropolitana. Foram sete casos de choque anafilático em animais vacinados, sendo que seis morreram, quatro gatos e dois cães.

Entre os dias 16 e 17 de agosto foram imunizados 121.691 animais na capital paulista.Apresentaram reação 567 casos, sendo que 38% foram considerados graves com sintomas como abatimento, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias. Em Guarulhos, entre os dias 9 e 13 de agosto, houve 40 reações adversas entre 42.860 animais vacinados.

Segundo a secretaria, os gatos, e os cães de pequeno porte (de até 6,5 kg) foram os que mais apresentaram reações. O Instituto Pasteur, órgão da pasta, vai investigar os óbitos e as reações graves.

A secretaria informou ao Ministério da Saúde, responsável pela compra e distribuição das vacinas aos Estados, sobre os problemas surgidos, mas aind anão obteve resposta.

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4632609-EI8139,00-SP+reacoes+adversas+provocam+suspensao+vacinacao+em+animais.html

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REAÇÕES ADVERSAS

Depois do Rio de Janeiro, São Paulo também tem problemas com vacinação antirrábica e suspende campanha

Publicada em 19/08/2010 às 19h00m

RIO – Diante de mais de 500 notificações de reações adversas apresentadas por animais que receberam a vacina antirrábica, a Secretaria estadual de Saúde de São Paulo decidiu, nesta quinta-feira, suspender a campanha de vacinação de cães e gatos por tempo indeterminado em todo o estado. Reportagem publicada, nesta quarta-feira, pelo GLOBO mostrava que, no Rio de Janeiro, animais também apresentaram reações à vacina. A Secretaria estadual de Saúde do Rio, no entanto, manteve a campanha, garantindo que a vacina é segura.

O anúncio da suspensão da vacinação no estado de São Paulo foi feito pela secretária-adjunta, Clélia Aranda. A campanha já havia sido interrompida no município paulista de Guarulhos também devido às notificações.

Nas cidades de São Paulo e Guarulhos, foram relatados sete casos de choque anafilático, a reação mais grave, sendo que seis animais morreram (quatro gatos e dois cães). Na capital do estado, onde 121 mil mil animais foram imunizados, ocorreram 567 notificações de reações em dois dias (16 e 17 de agosto), sendo que 38% foram eventos considerados graves pela secretaria, como prostração, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias. Já em Guarulhos, foram relatados 40 casos de efeitos adversos entre 9 e 13 de agosto. No município, 42 mil animais receberam a vacina. No interior, foram registradas quatro mortes, mas ainda não há outras informações.

A nova vacina antirrábica, que é importada, foi adotada pela Secretaria estadual de Saúde de São Paulo neste ano e começou a ser distribuída no início deste semestre aos municípios paulistas. Apesar disso, para a secretária-adjunta, ainda não é possível associar as reações adversas com a aplicação da nova vacina. “Decidimos suspender a campanha de vacinação porque pretendemos fazer uma investigação mais aprofundada, para saber se as mortes têm a ver com as vacinas. Não podemos falar ainda em substituição da vacina”, afirmou Aranda.

Segundo a secretária-adjunta, nos anos anteriores não houve tantos casos relacionados à vacinação antirrábica notificados. “Por isso, decidimos suspender a campanha por precaução, mas precisamos descartar primeiro outras possibilidades. O choque anafilático pode acontecer, mas queremos saber se os eventos são proporcionais”, disse.

Clélia Aranda afirmou ainda que a nova vacina é um produto licenciado no país desde 2003. “A formulação dela é produzida com uma tecnologia diferente, “uma tecnologia mais apurada”. Segundo ela, desde 1998 não são registrados casos de raiva transmitida por cães no estado. “A nossa preocupação atual é com a raiva transmitida por morcego”, disse.

A maior parte das reações tem sido observada em gatos e em cães de pequeno porte (até 6,5 kg de peso). Em São Paulo, 85% das reações adversas foram em gatos vacinados nos dias 16 e 17.

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/08/19/depois-do-rio-de-janeiro-sao-paulo-tambem-tem-problemas-com-vacinacao-antirrabica-suspende-campanha-917434924.asp

Quinta-feira, 19 de agosto de 2010 – 20:19

Jundiaí suspende vacinação animal após recomendação

Estado informa que novo produto pode causar até a morte de cães e gatos

Agência BOM DIA

A Seção de Controle de Zoonoses de Jundiaí anunciou no início da noite de ontem a suspensão por tempo indeterminado da campanha de vacinação contra a raiva em cães e gatos, que começaria nesta sexta-feira.

A decisão segue recomendação da Secretaria de Estado de Saúde, porque o número de reações adversas notificadas em São Paulo está acima do observado em anos anteriores.

Em nota, o órgão informa que “na avaliação dos técnicos da secretaria, a vacina pode colocar em risco a vida dos animais imunizados” – seis morreram de choque anafilático na Capital e em Guarulhos e mais quatro no Interior.

Em Jundiaí, a Zoonoses comunica, por meio da assessoria de imprensa, que vai aguardar orientação do Estado para dar continuidade aos procedimentos.

A nova vacina antirrábica, importada, já estava em uso nas atividades de rotina da zoonoses local há cerca de um mês. Ainda conforme a assessoria de imprensa, foram registradas ocorrências de reações leves – não especificadas – em animais imunizados na cidade, porém nenhuma morte ocorreu.

Anteriormente à suspensão da campanha, o gerente da Zoonoses de Jundiaí, Carlos Ozahata, explicou que a nova vacina é semelhante à humana e, portanto, seria mais eficaz.

“Ela tem maior poder imunogênico, com grande poder residual. É uma vacina de melhor qualidade.”

Em Jundiaí, a meta deste ano é imunizar 46,8 mil cães e gatos contra a raiva. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone

(11) 4521-0660.

http://www.redebomdia.com.br/Noticias/Dia-a-dia/28406/Secretaria+suspende+vacinacao+animal+contra+raiva+apos+recomendacao

Leishmaniose Visceral Canina se aproxima da capital paulistana

A leishmaniose visceral está se aproximando da cidade de São Paulo. Doença considerada fatal tanto para cães – o principal hospedeiro – quanto para humanos, ela é causada pelo protozoário leishmania e transmitida pela picada do inseto conhecido como mosquito-palha. A leishmaniose pode causar falência de órgãos como rins e fígado. Se não tratada, pode levar à morte em 90% dos casos.

Até 1998, segundo o veterinário Douglas Presotto, não havia nenhum registro de leishmaniose no estado de São Paulo. Mas esse quadro se alterou. “A doença está se expandindo e mudando de perfil. Antes, era concentrada na zona rural do Nordeste. Agora, está nas grandes cidades também”, observa Presotto, que é coordenador do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Campinas, a 93 km de São Paulo.

Ele cita estudos feitos no Brasil que indicam que a doença se alastra cerca de 30 km por ano. Isso acontece principalmente pelo fluxo migratório de animais, como em viagens de férias. A construção de residências em áreas de mata, habitat do mosquito, também é uma das causas.

A primeira cidade paulista a registrar a doença foi Araçatuba, em 1998. “Em 1999, veio o primeiro caso em humanos”, relembra Presotto. Hoje em dia, a doença é considerada endêmica em cidades como Bauru, Cotia e Embu, sendo as duas últimas já parte da Grande São Paulo. O primeiro caso em Campinas, conta o veterinário, foi registrado no final do ano passado, em três cães. Todos eles moravam em casas construídas próximas à mata.

A cidade de São Paulo nunca registrou a doença, segundo a Secretaria Municipal da Saúde. Já no estado, até maio deste ano, foram confirmados 30 casos em cães, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde. O órgão não divulga a lista das cidades com casos confirmados.

G1 – Clique aqui e leia esta materia na íntegra

Quer saber mais sobre esta doença que ameaça a nós e aos nossos cães?
http://matarnaoresolve.blogspot.com

Leishmaniose visceral se aproxima da capital paulista
Estudos indicam que doença se expande 30 km por ano pelo país.
Cidade de SP nunca registrou caso da doença, diz Secretaria da Saúde.
Claudia Silveira Do G1 SP

Coleira antiparasitária ajuda a proteger cães do
mosquito que transmite a leishmaniose

A leishmaniose visceral está se aproximando da cidade de São Paulo. Doença considerada fatal tanto para cães – o principal hospedeiro – quanto para humanos, ela é causada pelo protozoário leishmania e transmitida pela picada do inseto conhecido como mosquito-palha. A leishmaniose pode causar falência de órgãos como rins e fígado. Se não tratada, pode levar à morte em 90% dos casos.

Até 1998, segundo o veterinário Douglas Presotto, não havia nenhum registro de leishmaniose no estado de São Paulo. Mas esse quadro se alterou. “A doença está se expandindo e mudando de perfil. Antes, era concentrada na zona rural do Nordeste. Agora, está nas grandes cidades também”, observa Presotto, que é coordenador do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Campinas, a 93 km de São Paulo.

Ele cita estudos feitos no Brasil que indicam que a doença se alastra cerca de 30 km por ano. Isso acontece principalmente pelo fluxo migratório de animais, como em viagens de férias. A construção de residências em áreas de mata, habitat do mosquito, também é uma das causas.

A primeira cidade paulista a registrar a doença foi Araçatuba, em 1998. “Em 1999, veio o primeiro caso em humanos”, relembra Presotto. Hoje em dia, a doença é considerada endêmica em cidades como Bauru, Cotia e Embu, sendo as duas últimas já parte da Grande São Paulo. O primeiro caso em Campinas, conta o veterinário, foi registrado no final do ano passado, em três cães. Todos eles moravam em casas construídas próximas à mata.

A cidade de São Paulo nunca registrou a doença, segundo a Secretaria Municipal da Saúde. Já no estado, até maio deste ano, foram confirmados 30 casos em cães, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde. O órgão não divulga a lista das cidades com casos confirmados.

Os números da Leishmaniose

fonte Ministério da Saúde e Secretaria da Saúde de SP

casos em 2009

Região Norte – 697

Região Nordeste – 1.589

Região Cnetro-Oeeste – 278

Região Sudeste – 621

Região Sul – 8

Ranking dos dez estados com mais casos

Ceará – 504

Minas Gerais – 447

Tocantins – 424

Maranhão – 418

Bahia – 291

Pará – 266

Mato Grosso do Sul – 172

São Paulo – 166

Piauí – 155

Rio Grande do Norte – 80

Números de casos em SP, até maio de 2010: 30

Sintomas

Emagrecimento evidente, febre e feridas na pele que não cicatrizam são algumas das características da doença tanto nos cães quanto nos humanos. O aumento de órgãos como fígado e baço também são característicos, mas somente médicos conseguem diagnosticar, conta o veterinário Andrei Nascimento.

No caso dos cães, o crescimento exagerado das unhas é um sintoma bem evidente. “A leishmania pode se instalar na matriz das unhas, causando essa alteração”, explica o veterinário. Nascimento ressalta que, uma vez infectado, nem o cão nem o ser humano conseguem se livrar da doença. A medicação faz o protozoário “hibernar”, mas não o mata.

“Qualquer alteração no sistema imunológico, como a causada por AIDS ou quimioterapia, por exemplo, pode tornar a leishmania ativa novamente”, esclarece.

Eutanásia

Uma vez infectado com a doença, o cão deve ser sacrificado. A determinação é do Ministério da Saúde, estabelecida em 2008, e está cercada de polêmica. Douglas Presotto, do CCZ de Campinas, conta que todo veterinário que diagnosticar a doença é obrigado a informar o Centro de Controle de Zoonoses da sua cidade.

Os técnicos da Vigilância Sanitária, por sua vez, avisam à família que o cão deverá ser recolhido e sacrificado. A eutanásia é obrigatória porque uma portaria conjunta entre os ministérios da Saúde e da Agricultura proíbe o tratamento de animais. Os medicamentos devem ser dados somente a humanos.

Mas nem todo mundo aceita passivamente essa determinação. A advogada Nádia Gimenes levou a causa do vira-lata Baby à Justiça. O cachorro mora com a irmã dela em Cafelândia, a 412 km de São Paulo, e teve o diagnóstico da doença confirmado em 2008. Abalada com a notícia de que o mascote tinha de ser sacrificado, a família decidiu lutar na Justiça para que o cão pudesse ser medicado.

“Ainda não é uma vitória definitiva porque o Baby sobrevive por força de liminar”, observa Nádia. “Ele responde muito bem ao tratamento e leva uma vida normal. A cada três meses, é submetido a exames e também trocamos a coleirinha”, conta a advogada.

A mesma sorte não teve o ator Luiz Humberto Siqueira, que perdeu um de seus dois cães por causa da doença, no final do ano passado, em Campinas. O vira-lata Balu amanheceu morto, antes mesmo do diagnóstico ser confirmado. “A gente desconfiava porque ele tinha todos os sintomas. Estava doente, as unhas estavam compridas”, relembra.

Um outro cachorro de Siqueira, o fox paulistinha Zepi, tinha morrido dias antes, mas a causa não chegou a ser esclarecida.

Prevenção

Especialistas ouvidos pelo G1 ressaltam a importância da prevenção da leishmaniose. O veterinário Andrei Nascimento sugere que o cuidado deve começar pelo cachorro de estimação.

“O uso de uma coleira impregnada com deltametrina a 4% repele e mata o mosquito transmissor da doença”, diz. Nascimento afirma que a substância não tem cheiro e não é tóxica a humanos, permitindo que o cachorro suba na cama dos donos, por exemplo. A coleira deve ser trocada a cada quatro meses ou de acordo com a indicação do fabricante.

A orientação do veterinário Douglas Presotto é evitar a proliferação do mosquito transmissor da doença, sobretudo no quintal. Ele conta que o mosquito procura por material orgânico em decomposição. Frutas caídas no quintal e fezes dos galinheiros, por exemplo, são um prato cheio para a fêmea do inseto colocar seus ovos.

Canil Salles Patrocinando o 1º Campeonato Brasileiro de Cães de Polícia

Evento Caçapava / SP Maio/2010: “Utilização Tática de Cães de Segurança”, com a participação do Canil Salles

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Salles News 022 – Cuidados Simples livram Animais de Estimação de Parasitoses

Cuidados Simples livram Animais de Estimação de Parasitoses.

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Salles News 021 – Os Dez Mandamentos da Posse Responsável de Cães e Gatos

Os Dez Mandamentos da Posse Responsável de Cães e Gatos.

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Salles News 020 – Saiba como evitar pulgas e carrapatos

Saiba como evitar pulgas e carrapatos.

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Salles News 019 – Cães de todo o mundo participam na busca por sobreviventes / Cão da raça Chihuahua salva criança de mordida de cascavel

Cães de todo o mundo participam na busca por sobreviventes.

Cão da raça Chihuahua salva criança de mordida de cascavel.

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Salles News 018 – Condomínios não podem proibir animais domésticos

Condomínios não podem proibir animais domésticos.

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Salles News 017 – Fogos de artifício – 12 dicas de como cuidar de animais

Fogos de artifício – 12 dicas de como cuidar de animais.

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Salles News 016 – Mulher diz que descobriu aneurisma cerebral graças a cão

Mulher diz que descobriu aneurisma cerebral graças a cão.

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Salles News 015 – Estudo inédito: 110 mil cães infectados com Leishmaniose em Portugal

Estudo inédito: 110 mil cães infectados com Leishmaniose em Portugal

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Salles News 014 – Eu sou normal?

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Salles News 013 – Guarda irresponsável de cães pode se tornar crime e não somente contravenção penal.

Guarda irresponsável de cães pode se tornar crime e não somente contravenção penal.

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Salles News 012 – PM treina 16 filhotes de cães para a Copa de 2014.

PM treina 16 filhotes de cães para a Copa de 2014.

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Salles News 011 – Cãominhada SP 13/09/2009 Canil Salles e MAPFRE Seguros no Parque Villa Lobos.

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Salles News 010 – “O cão é um espelho do dono.”

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Salles News 009 – Britânicos donos de cães e gatos terão código de conduta.

Britânicos donos de cães e gatos terão código de conduta.

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Salles News 008 – Cães em condomínios – Direitos e Obrigações.

Cães em condomínios – Direitos e Obrigações.

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Salles News 007 – Segurança eficaz com uso de cães.

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Salles News 005 – Coceira? Pode ser piolho. Acupuntura veterinária, o que é e para que serve?

Coceira? Pode ser piolho.

Acupuntura veterinária – o que é e para que serve?

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Salles News 004 – Dicas e cuidados com a nutrição de seu cão. Gripe canina / Tosse dos Canis.

Dicas e cuidados com a nutrição de seu cão.

Gripe canina – Tosse dos Canis.

http://www.canilsalles.com.br/Newsletters/Salles_News_004_12-05-2009.pdf

Salles News 003 – O melhor cão de guarda: a escolha da raça adequada oferece um poderoso aliado na segurança da casa.

O melhor cão de guarda: a escolha da raça adequada oferece um poderoso aliado na segurança da casa.

http://www.canilsalles.com.br/Newsletters/Salles_News_003_06-05-2009.pdf

Salles News 002 – Primeiro cão transgênico e fluorescente / Consumo de chocolate pode matar cães e gatos

Primeiro cão transgênico e fluorescente.

Consumo de chocolate pode matar cães e gatos.

http://www.canilsalles.com.br/Newsletters/Salles_News_002_27-04-2009.pdf

Salles News 001 – Itália abole lista de raças de cães perigosos / Cães de fumantes sofrem com a fumaça

Itália abole lista de raças de cães perigosos.

Cães de fumantes sofrem com a fumaça.

http://www.canilsalles.com.br/Newsletters/Salles_News_001_06-04-2009.pdf

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